Pesquisar neste blogue

quarta-feira, 31 de março de 2010

Amaldiçoado Deas/Nycto


Vi algumas coisas, aprendi algumas coisas mas não sei se mudou alguma coisa. Talves uma das maiores decisoes da minha vida, talves uma escolha acertada, talves uma loucura cometida. Não importa como deveria ter feito só importa que teve que ser feito. Fugi ao normal ou ao anormal... manchei a minha imagem mas provei que sou o que sou e que não tenho medo de me atirar de cabeça. Por vezes pode ser mau, podemos morrer, uma vez que embatemos no chão de cabeças mas também depende da altura e do que está coberto o chão. Ouvi inumeras ideias, decisões e interpretações. Sabia o que estava certo e o que estava errado. Será que sabia mesmo? o certo é o que me faz infeliz?
Mas no entanto gostei de sentir, gostei de decidir, gostei de falar...
Não me posso arrepender do passado porque ele só acontece assim porque tem que acontecer assim.
Mas o que não compreendo é a razão para acontecer assim.
Maldição de pecados mortais, maldição de anjos letais, maldição do mundo achado, maldição do ser humano amado.

sexta-feira, 19 de março de 2010

Olha para cima

Comportar-me como o céu?
possuir nuvens pretas e brancas
reflectir a luz quando ao sol me faço incidir
chorar intensamente quando o preto me consome
empurrar tudo e todos quando algo me chateia
conseguir o filho dos dois opostos
gabar-me do caminho do bem e do mal
intimidar-me dos milhões de olhos que me perseguem...

sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010

Tudo desconcertado


Já não sei nada, já não consigo mais, quero esquecer os céus rodantes, quero esquecer a felicidade amante. Quero ser a infeliz orgulhosa que desgraçou a sua vida no passado. Era orgulhosa e infeliz de outra maneira, possuia uma dor que permanecia mas que era coberta por orgulho e certeza de uma miragem ilusória. Já não sei que palavras ei de utilizar para desembarcar... Tou farta de terceiros a prenderem-me os pulsos e a criarem-me coisas ilegais, mas veridicas. Já não sei que fazer, pois a vontade é fugir. Para longe sem radares, bússulas e sem duas almas viagantes, uma no ombro esquerdo e outra no ombro direito. Quero eu comandar o meu pensamento, os meus sentimentos, as minhas palavras, as minhas certezas...
Quero conseguir chorar, quero esquecer a raiva, quero esquecer a dor!

terça-feira, 16 de fevereiro de 2010

amor e dor


Quando à lua me fiz sentir, percebi a paixão no meu coração à solidão doentia. O Desejo de me conhecer, de me conheceres totalmente, como o dinheiro se entrega ao humano. No sitio mais horrivel do mundo, no pior pesadelo de tudo o que é racional, o abstracto por detrás do real. Nós sentimos, nós entendemos, Nós entendemonos. Ao medo que me faz chorar espero-te num desafio, a coragem de me fazeres mal ao corpo e ao sentimento não mentir. Frágil olho meu que te fará sentir como nunca te sentiste antes. É magia no obscuro, há magia no medo, há surpresa no terror, no pânico há amor. Desejo-te à eternidades. A dor que me fazes sentir, o arrepio que me impede de dormir, que às ruas me faz sorrir. Dor e amor,tão bem que comunicam, tão bem que namoram que prazer é vê-los juntos.

sábado, 13 de fevereiro de 2010

फिम दो mundo

De um ano aprendi quase tanto que em outros tantos anos. Estava errada, não estava certa mas não me culpo porque se soubesse o que sei, não tinha errado. Afinal o fim do mundo não é preto e vazio :O O fim do mundo é espectacular mas letal... Ironias do destino. Imagino comigo.. as estrelas que não são estrelas, o espaço que não é o espaço, o universo que é outra coisa completamente diferente... O meu nome não é aquele que me chamam é outra coisa completamente diferente, e o sorriso.. Não é um sorriso. E a dor!!!! o que será a dor no fim do mundo? Não é nada, simplesmente... HaHa que fixe... Então porque tenho que pensar no bom ou óptimo ?! O fim é igual, não é preto ou vazio... é simplesmente intocável, inalcançável, a perfeição... =)

Ódio

Um odeio-te vida, simplesmente um odeio-te mundo, odeio-te Tânia, odeio-te sentimento, odeio-te, odeio-te, odeio-te. Odeio-me por te amar, odeio-te por me amares. Odeio, é o que tenho pra dizer, odeio. Lá foi mais uma porta errada, aberta, mas erradamente aberta. Que raio de satanás me persegue.. que quer ele de mim? porque me provoca imenso, porque me quer virado para ele... Habituou-se mal... Espreitei à porta do paraiso e ele pensou logo que ia acreditar em deus... Foste enganado por mim, eu fui enganada por ti, continuamos nisto como sempre decaramos... Que queres tu afinal? Que te darei eu afinal? Porque me deste tu uma coisa destas se sabias o que eu queria? Estas errado.. eu nunca iria ter tal satisfação.

domingo, 31 de janeiro de 2010

Batalhas Temoníacas


Cheguei novamente aquele estado que me é imcompreendido. A batalha do bem e do mal Temoníaco. Acho que são como irmãos. Umas vezes estão bem, outras vezes estão mal, mas no fim, são sempre amigos e esquecem as suas vertentes por mais opostas que sejam. Eu sou a arma da batalha e o prémio do vencedor. Estas duas alminhas batalham pela mesma moeda, A mente humana. Aposto que são estas duas pestes os causadores das escolhas e da deliberação para tais escolhas. Mas uma coisa é certa... se eles não existissem, eu não era nada! Poderam eles fazer com que eu pudesse racionalizar, e pensar, neles próprios! Gostam de rubricar em todo o lado. Egocêntricos... Até gosto deles mas complicam-me a vida. Assim não sei qual deles me vai orientar e fazer-me caminhar entre céus e infernos longínquos. Não sei qual me levará ao sucesso.

sábado, 30 de janeiro de 2010

Porque...

Porque não sei que pensar, porque não sei que dizer. Em tudo que parecia roxo (porque não gosto de cor-de-rosa), faz-me parecer que já nada sei, que já nada posso dizer, já nada apaga o sentido. Caminho de pés descalços sem bússola (ou de bússola estragada). Onde ficará norte? Já não vejo estrelas que me possam orientar. Não vejo nada... que drama o meu... onde devo eu dirigir-me? Será tudo assim tão normal, tão encarado numa realidade escondida, numa realidade que esconderam aos meus olhos. Estes meus olhos que embora estragados, choram estalactites.

Surpreendente

Enquanto não publico nada no meu novo canto, deixo uma das minhas poesias e o space das minhas outras poesias para uma olhadela dos interessados =)


Surpreendentemente
amaldiçoada, sorri
sorridente, vidente
estaca profunda
morri, sorri

Desejo distante
caindo levemente
a lágrima constante
vive tristemente
livre, magnetismo

Mente eufemismo
de resposta antiga
e um odeio-te vida
sensacional recaida
canto, fogo frio!

Sujeito a mudança
do berço partirei
à alma que amei


http://sthanya.spaces.live.com/